Bastidores da Alma


Eu chorei...

Chorei porque queria ficar com você no hospital,

Cuidar de ti.

Chorei por todas as coisas que não posso...

Chorei ouvindo aquelas músicas francesas que você gosta,

Os faróis dos carros refletiram em meu rosto molhado,

Dentro daquela noite escura.

Eu só queria estar contigo, mais nada.

E me questionei se era pedir de mais,

Me aborreci,

Só eu me senti...

Chorei de medo,

De saudade,

De tristeza,

Solidão,

E amor!

 

Chorei em silêncio...



Escrito por Marcelha às 09h25
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Estado de espírito ou Humor do dia?

 

 

Insegura, chateada, mas acima de tudo CANSADA!



Escrito por Marcelha às 08h32
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"Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial.

Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão.

Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos.

Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui para diante, vai ser diferente."

Carlos Drummond de Andrade



Escrito por Marcelha às 20h34
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Quando as músicas falam por nós...

Sempre estive... ao seu lado
Me diga agora... se estou errado
Você me ama... isso eu sei
Mas me deixou... sem ter porque
Você pode inventar mil desculpas
Mas meu bem você já é bem adulta
Pra ficar comigo

Nos momentos... que deitamos
Eu me lembro... foram muitos planos
Agora vejo tudo desmoronar
Abro meus olhos... você não está
Meus sentidos estão todos a mil
Na minha moto tem um banco vazio
Vem ficar comigo... sem mais demora
Pra ficar comigo... de vez
http://www.free-lyrics.org


E você tem... que se decidir
E parar... de me confundir

Trabalho muito... o dia todo
No fim do mês... não me sobra um troco
Mas sem dinheiro sei que posso viver
Sem você... eu não sei
Meus sentidos estão todos a mil
Na minha moto tem um banco vazio
Vem ficar comigo... sem mais demora
Pra ficar comigo... de vez

E você tem... que se decidir
E parar... de me confundir

Pra ficar comigo
sem mais demora
Vem ficar comigo de vez
Vem ficar comigo
sem mais demora
Pra ficar comigo de vez
Vem ficar comigo
sem mais demora
Pra ficar comigo de vez
Vem ficar comigo
sem mais demora
Pra ficar comigo de vez

* IRA - Pra ficar comigo



Escrito por Marcelha às 07h35
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Uma semana novinha em folha após um feriado de águas salgadas, e doces.

Não sei se já falei aqui sobre minha paixão pelo mar, pois é sou louca por esse "biscoitão" (água e sal). Sou daquelas que se deixar fico lá dentro por horas a fio, até sair de lá toda enrrugada... argh! E como se não bastasse, ainda volto para a pousada e "tibum", piscina claro!
Me intriga ter nascido no final de novembro sob o signo de Sagitário, elemento fogo.
Descemos para Bertioga em 4 mulheres (Verônica, Roberta, Graziela e eu), apertadas entre bagagens em um Peugeot 206. No caminho encontramos o Claúdio, guerreiro entre quatro exemplares do sexo frágil (?).
Viajar é sempre bom, está no mar é melhor ainda...
E acho que diante desse turbilhão ao qual meu encontro, voltar para o mar seria meu maior desejo.
 
 

Nova Lista Remunerada

 



Escrito por Marcelha às 10h13
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A pergunta que não quer calar:

Falta muito para o feriado?!


Nova Lista Remunerada



Escrito por Marcelha às 13h05
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Minha vida tá uma loucura...

É prova na faculdade, trabalho, estou me sentindo numa panela de pressão... Argh!

Cansaço aqui é pouco, não ta sobrando tempo nem para o namoro (amor, não é nada pessoal... rs). Só rindo mesmo, pra agüentar.

Já joguei na Mega Sena e nada. Afinal, até que não seria má idéia não ter que trabalhar por um bom tempo. Kkkkkkkkk do jeito que sou iria estudar 12 horas por dia.

Lembrem-se: Deus não dá asas à cobra! (Isso é importante...rs)

Só para ter uma idéia, semana passada eu comprei 2 gibis, desses da turma da Mônica, e acredite se quiser: Até agora não consegui passar nem da segunda estórinha... buááá

Não estranhe se não conseguir finalizar este pos... zzzzzzzzzzzzzzzzz


Nova Lista Remunerada



Escrito por Marcelha às 12h53
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Voltei...

Voltei porque precisava,

Porque a necessidade de gritar, de berrar ao mundo ainda aqui permanecia.

 

 

Hoje estou assim, um tanto cansada, aborrecida. Peço desculpas a todos que ainda me visitam, apesar de todo o descaso e abandono, e aqueles que esperavam um regresso em “grande estilo”, porque hoje eu não estou legal.

Agradeço por todo o carinho e atenção de sempre, e reforço que não há motivos para preocupação, afinal cá estou, talvez um tanto escondida, “amuada”, mas dando um passinho de cada vez, devagar e em “silêncio”. Ou melhor, com pouco barulho... rs

Todos temos direito de nos sentir assim, e estou exercendo o meu.

 

Sejam bem vindos!!

 


 

Nova Lista Remunerada


 



Escrito por Marcelha às 11h08
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FELIZ PÁSCOA!!!!!

 

Depois de passar mais uma Páscoa, pensando que ele fosse um bichinho bonitinho, veja o que descobriram sobre ele...

Vamos analisar a famosa música do coelhinho da páscoa....

De olhos vermelhos, (O bicho tava doido)

De pêlo branquinho, (Deve ser coroa também)

De pulo bem leve, (boiola)

Eu sou o coelhinho, (Aqui ele faz gênero, coitadinho)

Sou muito assustado, (uuuuuuuuh.... nooossa!)

Porém sou guloso, (tipinho cínico)

Por uma cenoura... (hehehe... tô sabendo...)

Já fico manhoso (definitivamente boiola)

Eu pulo pra frente, eu pulo pra trás (versos altamente eróticos)

Dou 1000 cambalhotas (Kama Sutra perde pra ele)

Sou forte demais! (pit-bicha!)

Comi uma cenoura (agora chegou onde eu queria)

Com casca e tudo (guloso vc hein?)

Tão grande ela era... (aiiii.... como era grande... uiuiui...)

Fiquei barrigudo!!! (A biba enlouqueceu mesmo... Gravidez pscicológica!!!)

Escrito por Marcelha às 10h36
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“Solo quiero saber lo que puede dar cierto. No tengo tiempo a perder”

Sofrendo por antecipação?

Medo!

... de ser eterna apenas hoje.

Eu já vi esse filme.

E me entristeceu ver que você também, e mais, já viveu esse filme.

 Ando por aí querendo te encontrar
Em cada esquina paro em cada olhar
Deixo a tristeza e trago a esperança
Em seu lugar
Que o nosso amor pra sempre viva
Minha dádiva
Quero poder jurar que essa paixão jamais será

Palavras apenas
Palavras pequenas
Palavras momento


Palavras, palavras
Palavras, palavras
Palavras, ao vento



Escrito por Marcelha às 14h09
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Sabe quando a gente tenta acertar mas parece que só erra?

Como um atrapalhado adolescente apaixonado, as mãos molhadas de suor, a barriga gelada, o engolir seco... Aff!

Sinceramente?

Não sei o que pensar, nem o que lhe falar...

Me desculpe! L

Escrito por Marcelha às 08h46
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Ao Anjo que me motivou a voltar a escrever

 

Sonhei que cuidavas de mim...

Entre uma febre e outra,

O delírio se instalou.

A febre cessou,

Acordei!

Que pena,

Não estavas ao meu lado...

 



Escrito por Marcelha às 10h57
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Pode entrar a casa é sua...

Amigos,

Outubro é o mês de aniversário deste canto, sejam todos bem vindos, sirvam-se e fiquem a vontade!!!

* * *

Aproveitando a oportunidade festiva, convido a todos a participar da votação para a escolha do nome de minha moto. Dentre aproximadamente 100 nomes, foram selecionados 10 que trago até vocês para me auxiliarem na escolha.

Esta eleição está ocorrendo simultaneamente neste espaço, na faculdade, no trabalho, nos bares, becos e guetos...

 

·        Ana Gasolina

·        Gertrudes Maria

·        Farofa

·        Bee

·        Sempre Livre

·        Gaia

·        Arca de Noé

·        Sophia

·        Boléia

  • Moulin Rouge


Escrito por Marcelha às 12h59
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Era uma noite de sábado, eu estava em casa, e apesar do cansaço, optei por manter-me acordada para assistir ao Festival Internacional de Cinema, exibido pela TV Cultura.

A programação contou com um filme japonês intitulado Após a Vida. Confesso que inicialmente apresentei certa resistência, pelo fato da produção ser japonesa, preconceito bobo, e hoje me arrependo pelo fato de não ter gravado o nome do diretor dessa obra. A propósito, se alguém souber, por gentileza me informem, depois desse dia tenho procurado este filme, mas sem sucesso L.

Bom, o filme falava sobre pessoas que haviam morrido, elas iam para um lugar transitório, por onde ficariam por um período de sete dias. Neste tempo, elas eram recebidas por um grupo de pessoas, que tinham a função de ajuda-las a escolher uma lembrança.

Após esta escolha, e no final dos sete dias, estes “funcionários” se esforçariam para reproduzir a lembrança de cada uma das pessoas que ali estava, ao todo eram 23 se não me engano, e fariam uma espécie de filme, sempre buscando a fidelidade dos fatos. Passado esse processo, todos assistiriam ao resultado, e somente depois partiriam para um outro lugar, levando consigo apenas a lembrança escolhida.

Ou seja, não importa se o sujeito tinha 20 ou 80 anos de idade, todos tinham o direito de escolher apenas UMA lembrança, e o resto seria totalmente apagado.

Dentro dessa idéia também há a história dos personagens, definitivamente um filme extremamente interessante.

            Naquela noite, fui dormir pensativa. Qual seria a lembrança que eu escolheria? Permaneci neste dilema por muito tempo...

            Contei aos amigos sobre o filme que havia visto, e tema causou discussões, o que eu adorei J. Polêmica, o que é natural, afinal não é nada fácil você ter que escolher (num prazo de sete dias), apenas uma lembrança de toda sua vida.

 

            Hoje, nessa exatidão de momento, tenho comigo que escolheria um momento que vivi em Janeiro deste ano.

            Era uma sexta-feira de manhã, desembarquei na rodoviária do Rio de Janeiro por volta das seis horas. Onde você está?

            Telefono. Lhe espero no lugar combinado...

            Quando chega, estou de costas, ouço sua voz: “Nossa! Que mau humor”.

            Viro-me, e antes mesmo de te olhar, lhe abraço fortemente. A temperatuda dos nossos corpos, teu cheiro... Permanecemos assim por algum tempo. Me afasto devagar, e só depois olho dentro de seus olhos.

                Guardaria comigo este abraço.

Escrito por Marcelha às 14h40
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Um mistério que foge do nosso controle... e pelo qual somos obrigadas a nos submeter a outros seres femininos, bem mais divinos e bem menos ingênuos do que nós, as terríveis Moîras, aquelas que brincam com o fio da vida. Cloto que primeiro tece, a afoita Láquesis que o desenrola, num ritmo um tanto rápido demais, e a temível Átropos que, sem receio algum, o corta. Ah, malditas sois as detentoras do mais imprevisível e ambíguo bordado... pois que aqui chegamos, nos enamorados da vida, mas ela é arrancada de nós. Isso quando não acontece algo pior, quando é arrancada uma vida de um Outro que veio de nós, e nesses casos esse Outro leva com ele uma porção de nossa vida. Leva também uma boa parte da tolerância e da brandura nossas.

E não queiram enganar esses que por esse sofrimento passaram, Parcas tecelãs, especialmente tu, Átropos, que ficaste com a parte mais cruel do trabalho. Por vezes, distraída ou sarcástica, corta o fio errado, um novo fio, mas era a um outro, mais gasto, que primeiro deverias ter cortado. Assim, nem sempre respeitas a ordem natural das coisas Moîras, monstros primordiais, femininos. Artistas dessa obscura tecelagem à qual demos o nome de destino, por falta de um significado mais exato. E a palavra destino passou a ser pretexto para tudo aquilo que não nos é dado o direito de entender. Assim como a tal da fatalidade. Dois fios que tecem os bordados das Moîras. No extremo fica o “arbítrio”, é quando nos sentimos um pouco parceiros dessas tecelãs.

 

 

ANDRADE, Maria Lúcia Camargo de. Gaia: o Feminino em Estado Bruto, 1ª edição. São Paulo: Vetor, 2005.



Escrito por Marcelha às 08h50
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